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Aquilo em nós que não queremos ver
Existem momentos em que a vida nos machuca de um jeito que parece desproporcional.
Uma rejeição pequena dói demais.
Uma crítica fica ecoando por dias.
Um conflito simples mexe profundamente conosco.
E quase sempre acreditamos que o problema está apenas fora.

Heitor G. Fagundes
28 de mai.2 min de leitura


O caminho se faz caminhando
Houve um tempo em que você acreditava que existia um caminho pronto.
Algo claro, direto, que bastaria encontrar — e seguir.
Mas, com o tempo, a vida foi mostrando outra coisa.
O caminho não estava lá fora. Ele não estava pronto.
Ele começava… dentro de você.

Heitor G. Fagundes
7 de mai.2 min de leitura


Um movimento de volta para dentro
Em muitos momentos da vida, tentamos resolver tudo sozinhos.
Pensamos, planejamos, nos esforçamos… e, mesmo assim, algo dentro continua inquieto.
Como se faltasse um apoio mais profundo.

Heitor G. Fagundes
30 de abr.2 min de leitura


Laura tentando resolver tudo sozinha (de novo)
Laura era extremamente competente.
Ela resolvia problemas, organizava situações, ajudava pessoas, antecipava crises… e, se possível, ainda fazia tudo isso com um leve sorriso de “está tudo sob controle”.
E, na maior parte do tempo, estava mesmo.
O pequeno detalhe é que Laura fazia isso sozinha.
Sempre.

Heitor G. Fagundes
28 de abr.2 min de leitura


A vida com um sentido maior
Às vezes olhamos para a vida e tudo parece meio confuso.
Certas situações não fazem sentido, alguns encontros parecem inesperados, alguns desafios parecem grandes demais.
E surge aquela pergunta silenciosa:“Por quê?”

Heitor G. Fagundes
23 de abr.1 min de leitura


Olhar para si… sem se perder
Existe uma ideia muito comum:de que olhar demais para si mesmo pode ser egoísmo.
Então tentamos fazer o contrário.Nos voltamos para os outros, ajudamos, nos preocupamos, nos envolvemos…e acreditamos que isso basta.

Heitor G. Fagundes
16 de abr.2 min de leitura


A vergonha que aprisiona… e a que liberta
Todos nós, em algum nível, escondemos algo. Um sentimento, uma atitude, um jeito de ser que preferíamos que ninguém visse.
E, aos poucos, vamos criando uma imagem mais “aceitável”, mais bonita, mais segura…como se precisássemos ser diferentes do que realmente somos para sermos amados.
Por trás disso, existe a vergonha.

Heitor G. Fagundes
2 de abr.2 min de leitura
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