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Olhar para si… sem se perder
Existe uma ideia muito comum:de que olhar demais para si mesmo pode ser egoísmo.
Então tentamos fazer o contrário.Nos voltamos para os outros, ajudamos, nos preocupamos, nos envolvemos…e acreditamos que isso basta.

Heitor G. Fagundes
há 4 dias2 min de leitura


Patrícia queria melhorar o mundo (começando pelos outros)
Patrícia era uma pessoa muito consciente. Ela lia, refletia, observava… e, principalmente, percebia claramente os defeitos das pessoas ao seu redor . — Não é julgamento — ela explicava. — É percepção. E, de fato, ela percebia muita coisa. Percebia que a amiga era carente demais, que o colega era arrogante, que o irmão evitava responsabilidades e que o chefe… bem, o chefe era praticamente um projeto social. Patrícia, naturalmente, se preocupava com todos. Pensava bastante nele

Heitor G. Fagundes
há 6 dias2 min de leitura


A dificuldade… e a liberdade de escolher
Existem momentos na vida em que tudo parece parar. Não porque nada esteja acontecendo, mas porque estamos diante de uma escolha.
E, de repente, o simples ato de decidir ganha um peso enorme.
A mente começa a girar. “E se eu errar?” “E se eu me arrepender?” “E se eu perder algo importante?”

Heitor G. Fagundes
9 de abr.2 min de leitura


Claudio e a difícil arte de escolher
Cláudio tinha um talento especial: complicar decisões simples.
Ir a um restaurante? Virava uma análise comparativa entre custo-benefício, tempo de preparo, distância, avaliações online e, claro, o risco emocional de escolher errado.
— E se o outro fosse melhor? — ele pensava, olhando o cardápio como quem decide o destino da própria vida.

Heitor G. Fagundes
7 de abr.2 min de leitura


A vergonha que aprisiona… e a que liberta
Todos nós, em algum nível, escondemos algo. Um sentimento, uma atitude, um jeito de ser que preferíamos que ninguém visse.
E, aos poucos, vamos criando uma imagem mais “aceitável”, mais bonita, mais segura…como se precisássemos ser diferentes do que realmente somos para sermos amados.
Por trás disso, existe a vergonha.

Heitor G. Fagundes
2 de abr.2 min de leitura


O segredo muito bem escondido de Helena
Helena era uma pessoa admirável.
Sempre gentil, sempre adequada, sempre com a resposta certa na hora certa. Se alguém perguntasse como ela estava, ela sorria com precisão:
— Tudo bem.

Heitor G. Fagundes
31 de mar.3 min de leitura


O que nos afasta de nós mesmos
Muitas vezes acreditamos que o que nos impede de viver em paz está fora.Nas situações, nas pessoas, na vida.Mas, quando olhamos com mais sinceridade, começamos a perceber que existe um movimento interno que nos prende sem que a gente perceba.

Heitor G. Fagundes
26 de mar.2 min de leitura


O elegante plano de controle de Augusto
Augusto era, sem dúvida, um homem organizado.
Tão organizado, aliás, que tinha um plano detalhado para praticamente tudo: carreira, relacionamentos, horários, respostas ideais para conversas e até expressões faciais adequadas para cada ocasião.

Heitor G. Fagundes
24 de mar.2 min de leitura


Quando agir e quando confiar
Em alguns momentos da vida, sentimos que precisamos fazer algo. Agir, decidir, mover, escolher. Em outros, parece que a vida nos pede para esperar, desacelerar. E muitas vezes nos confundimos. Será que estou sendo ativo demais? Ou estou me escondendo na passividade? Dentro de nós existem duas forças naturais. Uma quer avançar, transformar, tomar iniciativa. A outra quer escutar, receber, permitir que as coisas amadureçam. Nenhuma delas é errada. O desequilíbrio é que machuca.

Heitor G. Fagundes
19 de mar.2 min de leitura


O dia em que Ernesto tentou consertar o mundo
Ernesto acordou numa terça-feira com uma decisão heroica: colocar ordem no universo.
Começou pelo café da manhã. O pão estava torrado demais. Reclamou com a torradeira. Depois reclamou com o clima, que estava quente demais. Em seguida reclamou com o jornal, que insistia em trazer más notícias.

Heitor G. Fagundes
17 de mar.2 min de leitura


Um diálogo silencioso com a vida
Existe uma forma de falar com Deus que não exige palavras bonitas, nem fórmulas prontas, nem momentos especiais. Ela acontece no fim do dia, quando paramos por um instante e nos permitimos olhar para nós mesmos com verdade. Essa comunicação não é um pedido apressado, nem uma cobrança, nem uma tentativa de ser melhor do que somos. É um encontro simples, onde colocamos a vida sobre a mesa e dizemos, em silêncio: “Foi assim que eu vivi hoje.” Fazer uma revisão diária é isso. Um

Heitor G. Fagundes
12 de mar.2 min de leitura


Marcelo e sua relação com Deus
Marcelo tinha uma relação curiosa com Deus: ele lembrava Dele principalmente quando o Wi-Fi caía, quando o trânsito parava completamente ou quando o boleto chegava.
— Meu Deus… — dizia, olhando para o teto. — Por que

Heitor G. Fagundes
10 de mar.3 min de leitura


Quando o Autoconhecimento vira Fuga
No início da jornada interior, imaginamos que, ao escolher o autoconhecimento, finalmente deixaremos de fugir. Mas a verdade é mais delicada: a alma pode fugir até mesmo enquanto parece estar “buscando”. A fuga não acontece só quando nos distraímos, quando evitamos sentir, ou quando nos ocupamos demais. Ela também acontece quando usamos o próprio caminho para não olhar o que realmente dói. Às vezes nos escondemos atrás de ideias bonitas, de frases espirituais, de explicações

Heitor G. Fagundes
5 de mar.2 min de leitura


Ricardo e sua "espiritualização"
Ricardo tinha decidido, numa segunda-feira particularmente dramática, que agora sim se tornaria “uma pessoa espiritualizada”. Comprou um caderno bonito, acendeu uma vela aromática e colocou na mesa alguns textos que iria ler.

Heitor G. Fagundes
3 de mar.2 min de leitura


A Coragem de se ver de Verdade
Há um momento no caminho em que percebemos que não dá mais para viver apenas na imagem que criamos de nós mesmos. Uma imagem arrumada, controlada, muitas vezes distante do que realmente sentimos. É aí que começa o trabalho mais bonito: o de olhar para as partes que evitamos. Descobrir nossos “defeitos” não é se machucar, nem se culpar, nem se colocar para baixo. É simplesmente ter coragem de enxergar o que está escondido atrás das nossas defesas. Às vezes encontramos impaci

Heitor G. Fagundes
26 de fev.2 min de leitura


Quando a Alma diz “Chega”!
O caminho interior quase nunca começa em silêncio. Geralmente começa numa crise. Num momento em que algo em nossa vida se parte, ou quando uma dor antiga volta com força, ou quando estamos tão cansados de repetir o mesmo ciclo que finalmente percebemos: assim não dá mais. É nesse ponto — quando tudo parece bagunçado — que algo dentro de nós desperta. Não é clareza, não é paz, é apenas a sensação de que precisamos encontrar outro modo de viver, mesmo sem saber qual. Esse é o i

Heitor G. Fagundes
19 de fev.2 min de leitura


Quando deixamos a vida fluir novamente
Às vezes acreditamos que a vida nos machuca, que o mundo nos coloca contra a parede, que a dor vem de fora. Mas, em silêncio, a vida tenta nos mostrar outra coisa: muito do que sentimos nasce no espaço onde resistimos. Dentro de nós existem imagens antigas, ideias que criamos sobre como as coisas “são” e que acabam nos afastando do que realmente acontece. Elas distorcem o que vemos, fazem o simples parecer ameaçador, fazem o amor parecer arriscado, fazem o descanso parecer pe

Heitor G. Fagundes
12 de fev.2 min de leitura


Crise no relacionamento: o fim ou um convite para a evolução?
Muitas vezes, associamos a palavra "crise" ao ponto final. No imaginário comum, um casal em crise está, necessariamente, a um passo da separação. Mas a verdade é que a crise, embora exaustiva e tensa, pode ser o catalisador de uma evolução profunda que o casal não alcançaria em tempos de calmaria.

Heitor G. Fagundes
4 de fev.2 min de leitura


As Respostas que Nascem do Silêncio
A vida nos faz perguntas todos os dias. Algumas chegam suaves, como brisa. Outras, como ventos fortes que derrubam certezas.
“Por que isso aconteceu comigo?” “O que devo fazer?” “Qual é o sentido de tudo isso?”

Heitor G. Fagundes
4 de fev.1 min de leitura


Seu chefe não é seu terapeuta (e por que isso é bom para os dois)
Hoje vivemos uma crise silenciosa nas empresas: o choque entre duas formas completamente diferentes de ver o mundo.
De um lado, temos a geração que hoje está na casa dos 50 anos. Nossa escola foi a do sacrifício. Nossos ídolos eram como o Karatê Kid ou os ginastas das décadas passadas: pessoas que se quebravam, sentiam dor, mas entregavam a nota 10. No trabalho, a regra era clara: as emoções ficavam do lado de fora da catraca. Execução era tudo.

Heitor G. Fagundes
3 de fev.2 min de leitura
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