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Seu chefe não é seu terapeuta (e por que isso é bom para os dois)
Hoje vivemos uma crise silenciosa nas empresas: o choque entre duas formas completamente diferentes de ver o mundo.
De um lado, temos a geração que hoje está na casa dos 50 anos. Nossa escola foi a do sacrifício. Nossos ídolos eram como o Karatê Kid ou os ginastas das décadas passadas: pessoas que se quebravam, sentiam dor, mas entregavam a nota 10. No trabalho, a regra era clara: as emoções ficavam do lado de fora da catraca. Execução era tudo.

Heitor G. Fagundes
3 de fev.2 min de leitura
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